segunda-feira, 24 de maio de 2010

Os olhos de jade

PRÓLOGO

Havia uma senhora, pele morena, cabelos longos e com poucos fios prateados confundind0- se com um mar de mechas negras, em um grande campo de pastos verdejantes, cujo o cheiro trazia-lhe a paz que tanto precisava. O céu, já mostrando as faces do poente e das leves pincelada divinamente pintadas de roxo e aníl. Aquele mesmo céu cantarolava, em breves assoviasdas em seus ouvidos, o eterno bolero de Ravel.
Ao seu lado havia uma lápide. Uma lápide simples, da qual não havia datas de nascimento ou óbto, nem fotos, nem escuturas. Havia apena um pequeno epitáfio com letras ornadas em ouro e prata, dizendo:

Até a próxima, amor meu.